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EDIÇÃO ESPECIAL VOCANTIS 2025

Steampunk, magia e inovação: como a staff molda o universo de Vocantis

Vocantis está chegando com uma proposta que foge do que é conhecido no meio sobrenatural e, entre um spoiler e outro, uma estética steampunk desperta a curiosidade e a ansiedade dos players. Uma cidade inspirada em filmes e séries ambientadas em universos mágicos, onde a magia será algo natural, comum e apreciada como parte da cultura, fugindo da velha narrativa de que poderes devem ser mantidos em segredo.

Sebastian conta que Vocantis se diferencia por ser uma cidade mágica e não apenas mais uma do meio sobrenatural. “Muitas mecânicas do servidor estão sendo repensadas para uma sociedade mágica: como seria a polícia em um lugar em que a magia não precisa ser oculta? E a universidade? E o hospital?”, diz um dos CEOs do projeto.

O alicerce de toda essa estrutura está em uma equipe dedicada e apaixonada pelo projeto. Com 33 membros trabalhando, planejando e executando a todo vapor scripts, lore, eventos, regras, entre outros, a divisão por setores se tornou mais do que uma forma de organização: foi uma medida necessária para atender a todas as demandas dos players.

Lore, Ilegal, Legal e Customer Care são as partes mais importantes, o esqueleto de tudo. Liderando os cargos estão: Sebastian e Noah, os dois CEOs; Dreamy, Head Manager do Customer Care; Cojiro, Head Manager e responsável pela Lore; Ladeira, um dos principais desenvolvedores do projeto, entre outros. A expectativa e a ansiedade em cada membro da staff são notórias e quase palpáveis, todos muito animados para mostrar o que estão preparando para os futuros cidadãos de Vocantis: “Queremos oferecer experiências com início, meio e fim que dependam das ações e decisões dos players, algo que se perdeu de uns tempos pra cá, mas que iremos resgatar aqui”, explica Cojiro, responsável pela Lore.Vocantis está chegando com uma proposta que foge do que é conhecido no meio sobrenatural e, entre um spoiler e outro, uma estética steampunk desperta a curiosidade e a ansiedade dos players. Uma cidade inspirada em filmes e séries ambientadas em universos mágicos, onde a magia será algo natural, comum e apreciada como parte da cultura, fugindo da velha narrativa de que poderes devem ser mantidos em segredo.

Sebastian conta que Vocantis se diferencia por ser uma cidade mágica e não apenas mais uma do meio sobrenatural. “Muitas mecânicas do servidor estão sendo repensadas para uma sociedade mágica: como seria a polícia em um lugar em que a magia não precisa ser oculta? E a universidade? E o hospital?”, diz um dos CEOs do projeto.

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Segundo Dreamy, uma das palavras-chave que rodeiam o projeto é adaptação. Em um universo criado inteiramente do zero, a liberdade para elaborar histórias, personagens e conflitos se converte em um espaço para narrativas únicas, desenvolvidas não apenas com foco no sobrenatural, mas também para que todos sempre tenham algo para fazer enquanto estiverem na cidade. “Romper barreiras é um grande desafio: pensar em como os players vão absorver, como vão se adaptar e como vão entender tudo o que está sendo apresentado. Desde o atendimento até a criação de scripts, lore, roupas... todo mundo tem um dedo em todas as coisas, e esse senso de comunidade é real. É uma ideia construída a partir de cada pequena ideia, adaptada para se tornar essa experiência.”

Enquanto o projeto estava sendo desenhado, em seus primeiros dias de vida, a equipe conta que tudo foi se moldando naturalmente: os setores, as ideias, os cargos. Todas as propostas são polidas, pensadas e adaptadas tanto para dentro do servidor de GTA quanto para se encaixar na narrativa da cidade. Ladeira fala um pouco sobre o desenvolvimento: “Hoje temos uma linha de desenvolvimento dentro da cidade, desde criar scripts do zero até adaptar e moldar scripts comprados. Por mais que a gente compre um ou outro, sempre adaptamos ao que queremos, e não simplesmente pegamos a ideia e nos ajustamos ao script comprado”.

Ele complementa citando um ponto que considera essencial como membro da equipe: “Um aspecto que vejo em Vocantis, e que acredito ser o foco principal também, é entender que aquilo vai ser utilizado por pessoas. Não é fazer por ‘puro luxo’, mas para ser atrativo e funcional.”

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