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Entrevista: Henrique Campbell

ALANNA

SPECIAL EDITION

Confira abaixo a entrevista exclusiva com Alanna

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ELLU: Alanna, quando você começa uma nova música, qual é a primeira faísca? Você se inspira mais em histórias do RP, em experiências pessoais ou em referências de artistas do mundo real? Alanna: Acho que tudo começa com um sentimento. Pode ser algo ruim, doloroso, alegre… qualquer sensação que me faça querer cantar sobre aquilo. Eu gosto muito de misturar histórias minhas e dos meus amigos até porque eu não vivi tanta coisa assim, minha vida é bem tranquila: estudo e faço música. Então, no fim, geralmente acabo escrevendo muito mais sobre o que vejo e sinto ao redor de quem eu amo. 2. Como produtora, você tem um controle criativo enorme sobre seu som. Quais estilos ou artistas inspiram você quando está construindo uma nova sonoridade? Isso foi sendo construído com o tempo. Eu estudo música desde os meus 15 anos, mas sempre focada em canto e piano. A produção mix e master eu aprendi por causa do FiveM, porque era uma necessidade que ou você aprende, ou paga pra alguém fazer, e como eu tenho dó do meu dinheiro, fui atrás sozinha, eu fiz cursos, vi vídeos… e sigo aprendendo. Dentro do próprio FiveM tem muita gente de qualidade pra se inspirar, e o Passos é uma dessas pessoas. Fora do RP, eu me inspiro muito no Jack Antonoff e no Finneas. Aprendi demais só ouvindo o que eles fazem.

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ELLU: No FiveM, tudo acontece muito rápido e às vezes rolam polêmicas. Como você lida com críticas ou comentários negativos sem deixar isso te abalar?
Alanna: 
Eu nunca tive nenhuma polêmica envolvendo meu nome, pelo menos não publicamente, e também nunca chegou até mim nenhuma crítica ao meu trabalho. Mas, se chegasse, eu lidaria de forma tranquila pois quando o artista conhece seu talento e entende o trabalho que dá fazer uma música, nenhum comentário negativo deveria conseguir te derrubar.

ELLU: Você já transformou alguma treta ou momento tenso em música? Se sim, como esse processo funciona pra você?
Alanna: Sobre mim, não. Mas já transformei uma história bem pessoal de uma amiga em música, e sinto que quando a história não é sobre mim, eu consigo me entregar até mais. Já tentei escrever sobre coisas minhas, mas às vezes eu não acho que minha história é boa o suficiente, ou o bloqueio criativo é mais forte quando é sobre mim.

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ELLU: Seu público sempre comenta que suas letras parecem muito verdadeiras e intensas. O que você busca transmitir para quem escuta suas músicas?
Alanna: 
Eu sempre tento passar todos os detalhes possíveis, mesmo quando alguém me ajuda na composição como o Passos, o Oziel, a Mirellinha, a Ravena que são compositores incríveis, eu gosto de explicar tudo direitinho, aí acaba que quando a gente mergulha no sentimento, a música acaba transmitindo exatamente o que precisa.

ELLU:
Nos bastidores da produção, tem algum ritual ou mania que você sempre segue quando está criando?
Alanna: 
Acho que o meu maior ritual é desligar todas as luzes. Eu amo produzir no escuro, só com a luz do monitor. Pra gravar voz, eu sempre me enfio numa coberta pra evitar ruído, e também não gosto de produzir com o volume no máximo. Acho que são esses meus pequenos rituais na hora de produzir e mixar.

ELLU: 
Falando de imagem e estética: o visual da Alanna também evolui a cada fase. Quais referências de moda e estilo mais influenciam você hoje?
Alanna:
Eu sempre dou uma olhada no que está em tendência. O mundo da moda ainda é novo pra mim, mas eu gosto muito. A Ayuna sempre vai ser uma referência de estilo pra mim, e a Sickworld me ajudou a entender e entrar para esse mundo da moda.

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ELLU: A comunidade do FiveM te acompanha de perto. O que você diria que mais te motiva a continuar criando nesse universo?
Alanna: Além dos números, são as mensagens de carinho. “Primavera”, por exemplo, ficou um bom tempo como abertura da Central Roleplay, e muita gente me mandou mensagens sobre a música. Isso me motiva demais.

ELLU: Sobre sua próxima era que todo mundo já está curioso! O que você pode adiantar sobre a vibe desse novo capítulo da sua carreira?
Alanna:
Eu quero trazer uma vibe bem POP, bem farofa, bem anos 2000. Quando eu idealizei essa era, que se chama ALANNA, eu pensei em fazer algo que eu realmente gostasse. Os anos 2000 combinam muito comigo, então acabou sendo a base do álbum. E acho que é um capítulo novo porque, dessa vez, as músicas são mais confortáveis de cantar, menos high notes, menos agudos. Sinto que é um trabalho mais maduro.

ELLU: Podemos esperar algo totalmente diferente ou você pretende explorar ainda mais o que já conquistou até aqui?
Alanna: Acho que o mais diferente é o grave. Eu estou explorando mais esse lado, tentando evitar notas muito agudas, até porque eu tenho medo de saturar ou virar “a Alanna que faz high note”. Quero mostrar outras facetas da minha voz.

ELLU: Tem alguma colaboração dos sonhos dentro ou fora do RP que você gostaria de ver acontecer em breve?
Alanna: Eu sempre falo isso: já colaborei com muita gente que eu queria, a Merlin, a Lana Light, a Sabris, a Ravena… mas tem uma pessoa que é meu sonho mesmo que é o Passos. A qualidade do som dele é surreal, as letras, a verdade com que ele canta… tudo me encanta. Ele é meu maior sonho de colaboração.

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