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EDIÇÃO GLOBAL AGOSTO 2025

MARI MAXIMOFF - MEU MUNDO TOUR
Matéria por Ethan Kenway
Fotos por Alexia Ferry e Beto Blackwolf

Depois de rodar o nosso mundinho — e até cruzar fronteiras — com uma das turnês mais comentadas do ano, Mari Maximoff senta agora com a gente para contar tudo sobre os bastidores, os desafios, os momentos marcantes e a energia única da Meu Mundo Tour. Com um repertório dançante, figurinos deslumbrantes e uma conexão real com o público, a artista transformou cada show em uma verdadeira experiência. Nesta entrevista, Mari abre o coração e revela desde o início do planejamento até as surpresas que marcaram sua jornada nos palcos.

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Início e Preparação da Tour

ELLU: Como surgiu a ideia dessa turnê?
Mari: A tour surgiu juntamente com a ideia do álbum, foi tudo meio que planejado em conjunto, conforme iam saindo as músicas iam saindo as ideias da tour como seria, palco figurinos e tudo mais

ELLU: Quais foram os maiores desafios durante o planejamento?
Mari: Sem dúvida foram os gastos, tive ajuda financeira de um patrocinador a Bad Oliv que me cedeu parte do valor do palco, porém conforme tudo ia precisando ser retirado do papel iam surgindo mais gastos, roupas, material de divulgação, produções de músicas, então foi
algo que fugiu do que eu havia planejado, mas no final deu tudo certo.

ELLU: Como foi o processo de escolha do repertório?
Mari: Além das músicas do álbum que intitulava a tour eu sempre gosto de colocar em meu repertório o que o pessoal gosta de ouvir, obviamente sempre voltado pro funk e coisas assim, a partir disso eu vou olhando o que tá em alta o que o pessoal tá curtindo ouvir e vou incluindo no meu repertório.

ELLU: Teve alguma música que quase entrou no setlist, mas ficou de fora? Por quê?
Mari: Sim, minha música primeiro sucesso, não quero só sexo, pensei em colocar mas no fim decidi trazer outras novidades e deixar esse momento um pouco de lado afinal é uma música que esteve em todos meus projetos anteriores.

ELLU: O que você mais queria transmitir com essa turnê?
Mari: Sem dúvida alegria e vislumbre para quem assiste, o que mais me encantou nessa tour foi ver a reação das pessoas a cada look, a cada troca de cenário, elas cantando a cada música apresentada, isso faz valer a pena.

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Experiências na Estrada

ELLU: Qual cidade surpreendeu mais durante a tour?
Mari: Muitas cidades me surpreenderam positivamente, nessa tour tive oportunidade de conhecer algumas cidades novas, todas foram maravilhosas prestaram todo o necessário pro show, mas acho que onde mais me marcou foi Evergreen, foi meu primeiro show em uma cidade americana, e ver a reação do público durante, e depois ver que eles fizeram questão de fazer elogios enaltecendo meu trabalho foi incrível.

ELLU: Teve algum show em que tudo deu errado — ou tudo deu certo demais?
Mari: No geral deu tudo certo, alguns imprevistos aconteceram, mas nada que pudesse prejudicar o resultado final, foram 12 shows entregues com muito carinho.

ELLU: Algum momento inesperado ou engraçado que ficou marcado?
Mari: A sempre tem momentos né, tipo errando a hora de entrar, errando momento de elevador, gente pegando fogo com os efeitos kkk tudo numa boa.

ELLU: Como era a rotina nos bastidores entre um show e outro?
Mari: Muito tranquilo, sempre gosto de deixar tudo muito a vontade, eu geralmente fico responsável pelas coreografias roupas, tudo pra equipe conseguir se concentrar no momento de estar no palco.

ELLU: Houve alguma tradição ou ritual antes de subir ao palco?
Mari: Não, não costumo ter um ritual.

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Curiosidades e Bastidores

Mari: Acho que pouca gente sabe mas creio que nessa tour foi uma das maiores equipes, além de todo show contar com pelo menos 16 dançarinos, tivemos equipe responsável pelos efeitos e pela estrutura mecânica em todo show.

ELLU: Qual foi o figurino mais marcante ou diferente usado durante os shows?
Mari: Eu amo meu primeiro figurino que meu papito Tedy Maximoff fez, é o meu favorito da tour

ELLU: Alguma música teve uma resposta do público que surpreendeu você?
Mari: Sarrada foi uma música que teve um resultado inesperado, às pessoas curtiram bastante.

ELLU: Houve participações especiais ou surpresas que ninguém esperava?
Mari: Tivemos as participações dos meus amigos e companheiros de trabalho Bibi, Tae e Greco, algo bem especial, o público curtiu bastante minha música com o Greco, foi uma pegada um pouco diferente do que estão acostumados a me ouvir cantar, e foi sucesso.

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Encerramento e Futuro

ELLU: Qual foi a sensação no último show da turnê?
Mari: É sempre uma sensação de dever cumprido ao mesmo tempo de saudade, foi algo que você se dedicou e pensou por meses, então quando chega ao final não tem como não sentir esse sentimento de saudade, mas a sensação de que fiz o melhor.

ELLU: Se pudesse reviver um momento dessa tour, qual seria?
Mari: Acho que reviveria o primeiro show de estreia.

ELLU: O que você aprendeu com essa experiência?
Mari: Sempre aprendo bastante a cada tour, mas acho que o que prevalece sempre é como estar em harmonia com as pessoas, principalmente equipe, muitas pessoas trabalhando juntas pode dar muito errado ou muito certo, mas sempre tenho aprendido a lidar com essa situação e vem sendo gratificante pra todos que fazem parte.

ELLU: Há planos para lançar algum registro oficial da turnê (documentário, álbum ao vivo)?
Mari: Siiim, estamos em preparação do Meu Mundo Live, que vai ser o registro desse show tão especial.

ELLU: O que os fãs podem esperar da próxima fase?
Mari: Sinceramente ainda não sei, não tenho muitos planos ainda, acabei de fazer uma das maiores turnês e minha sensação é de dever cumprido, fiz muitos shows, estive em muitos lugares, o álbum ainda está aí fresquinho, então no momento quero ficar mais tranquila

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