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EDIÇÃO ESPECIAL VOCANTIS 2025

VOCANTIS: A Cidade que promete Transformar o RP Sobrenatural

Confira abaixo a entrevista exclusiva com Pazeanotti e Guilherme Studart.

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Mergulhar em uma nova cidade vai muito além de conhecer seus cenários e personagens: é explorar a história que dá vida a cada esquina. Poucos imaginam, porém, como nascem os mundos virtuais que frequentam e quem são as mentes responsáveis por transformar rascunhos e conceitos em uma experiência jogável. Para revelar esses bastidores, a ELLU conversou com os três fundadores de Vocantis, a cidade mais aguardada do momento no RP, e reuniu os bastidores, os desafios e a visão por trás dessa construção coletiva. À frente do projeto está Pazeanotti (Pazê), figura já conhecida no RP desde 2020. Criador de experiências marcantes, como a Scream City, cidade universitária inspirada em Scream Queens, Pazê decidiu inovar e propor ao FiveM uma nova imersão ao mundo sobrenatural.

Foi jogando RP que ele conheceu Sebastian, parceiro de várias aventuras em cidades tanto normais quanto sobrenaturais, inclusive no RedM. Já Malkz entrou no caminho de Pazê na Rua 2, servidor onde ele é um dos donos. A amizade com ambos surgiu de forma natural, fruto de um círculo próximo e de interesses em comum. Essa interação entre os três, hoje, pode proporcionar para todos uma nova experiência: Vocantis. Pazê e Sebastian notaram um problema recorrente no RP sobrenatural: se você não fizesse parte da “panelinha”, acabava sendo descartado como humano. A ideia de criar uma cidade onde todos pudessem se divertir, usar magia e ter espaço para criar suas próprias histórias começou a tomar forma.

Quando Pazê compartilhou esse conceito com Malkz, ele adorou e trouxe sua experiência com RPG de mesa para ajudar a moldar o direcionamento do servidor. “Como ele tem bastante experiência com RPG de mesa, ajudou muito a moldar o direcionamento do servidor”, afirma Pazê. Essa visão também é fortalecida pela bagagem de Malkz, que traz quase duas décadas de experiência narrando cenários de RPG de mesa. Inspirado pelo universo de Mundo das Trevas, que narra desde os 17 anos, ele explica que grande parte da base de desenvolvimento de ideias e histórias de Vocantis nasce desse repertório: “Peguei todo o meu conhecimento acumulado nessas quase duas décadas e adaptamos para os padrões do FiveM. O maior motivo que acredito fazer os players apostarem no nosso projeto é, inicialmente, a paixão da equipe envolvida, os conceitos novos e otimizados para a proposta e, principalmente, o fato de que nosso servidor será extremamente focado em histórias e players”, afirma.

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“Temos pessoas destacadas para ler lores de players e criar histórias únicas para elas, que interferem não somente na vida do personagem, mas também no caminhar do mundo ao redor. Este foco será de extrema importância para fazer com que nossos players se sintam parte de um mundo místico e em constante evolução.” Sebastian, ao ser questionado sobre as principais dificuldades encontradas durante o processo criativo e de construção de Vocantis, afirmou: “Por ser uma sociedade mágica, tivemos que repensar muitas mecânicas tradicionais e criar outras totalmente novas. Isso exigiu um esforço maior em planejamento e desenvolvimento, além da necessidade de uma equipe maior para cuidar de cada detalhe. Apesar do trabalho extra, acreditamos que valerá a pena, pois estamos construindo um servidor muito completo e com uma identidade única.”

Essa dedicação extra, segundo os fundadores, é o que vai diferenciar Vocantis dos demais servidores. Mais do que um projeto técnico, a cidade nasce como um espaço acolhedor, divertido e aberto para todos criarem laços e narrativas únicas, exatamente como o RP deve ser. Em breve, os jogadores terão a chance de entrar em Vocantis e descobrir por si mesmos o que acontece quando criatividade, experiência e amizade se encontram para construir um novo mundo.

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Pazeanotti (Pazê)


Olá, me chamo Pazeanotti (ou Pazê, como a maioria me chama) e interpreto a Noah Pazeanotti (sim, eu sei, super criativo, né?). Estou no universo do FiveM desde 2020 e, ao longo do tempo, fui mergulhando cada vez mais nesse mundo do roleplay. Em 2022, fui dono da Scream City, uma cidade universitária inspirada na série Scream Queens. Hoje, estou abrindo, junto com meus parceiros, uma nova cidade chamada Vocantis e também sou fundador da Spotifive, uma plataforma de música feita para artistas do FiveM.

Como se conheceram? Como surgiu essa parceria? Eu conheci o Sebastian jogando RP. Passamos por várias cidades, tanto normais quanto sobrenaturais, até mesmo no RedM. Como nosso círculo de amigos era próximo e eu sou alguém que faz amizade fácil, a amizade acabou surgindo naturalmente. O Malkz eu conheci no R2, já que ele é um dos donos de lá e eu conheço os meninos (outros donos do R2) há muito tempo. Conversando, percebemos que tínhamos muitas coisas em comum, e a amizade veio fácil também.

Sobre a parceria, eu e o Sebastian sempre jogamos RP sobrenatural, mas notávamos um problema recorrente: se você não fosse parte da "panelinha", acabava sendo descartado como humano. A partir disso, começamos a pensar em uma cidade onde todos pudessem se divertir, usar magia e ter espaço para criar suas histórias. A ideia ainda era abstrata, mas quando compartilhei com o Malkz, ele adorou e entrou no projeto. Como ele tem bastante experiência com RPG de mesa, ajudou muito a moldar o direcionamento do servidor.

Por que uma cidade de RP? Porque eu amo jogar RP, contar histórias e criar vínculos. O RP me deu amizades incríveis, e é isso que queremos proporcionar na Vocantis: um lugar divertido, acolhedor e aberto para todos criarem laços e narrativas únicas.

Quais desafios vocês enfrentam? Todos! Criar uma cidade do zero, com novos conceitos, exige tempo, dedicação e criatividade. Gerenciar uma cidade de RP é como gerenciar uma empresa: há despesas, relacionamentos de equipe, engajamento da comunidade e a construção de uma narrativa em que você acredita. O que suaviza essa carga é ter uma equipe comprometida e com liberdade criativa. Na Vocantis, definimos o direcionamento, mas os detalhes foram construídos em conjunto com o time. Mesmo assim, é trabalhoso, já que não seguimos a fórmula tradicional dos servidores. Estamos inovando, e isso traz mais responsabilidade, mas também mais realização.

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Guilherme Studart

Olá, me chamo Guilherme Studart, tenho 25 anos e sou estudante de Sistemas e Mídias Digitais. Nas minhas horas vagas, gosto de jogar, assistir a séries e criar roupas para o FiveM. Com mais de sete anos de experiência em Roleplay (RP), já passei por diversas cidades e acompanhei de perto toda a evolução da plataforma.

Como conheceu seus sócios e como a parceria começou? Conheci o Pazeanotti por meio de um amigo em comum, na época em que ele estava lançando outro projeto, a Scream. Com o tempo, nossa comunicação se fortaleceu e nos tornamos amigos. Já o Malkz, conheci através do próprio Paze, pois ambos faziam parte da equipe do Rua 2. A ideia da parceria surgiu quando o Paze manifestou o desejo de reabrir uma cidade de RP e me convidou para a equipe. Chegamos a desenvolver alguns conceitos iniciais, mas o projeto acabou sendo pausado. Um tempo depois, eu mesmo procurei o Paze para propor minha entrada como sócio no servidor. Após algumas conversas, decidimos convidar o Malkz para completar a sociedade.

Como definiram o conceito do novo servidor? Com a equipe formada, retomamos o planejamento e, após muitas discussões e trocas de ideias, concebemos o conceito de uma sociedade mágica com uma lore (história de fundo) bastante detalhada, que foi desenvolvida ao longo de vários meses.

Quais os desafios de criar um projeto com essa temática? Por ser uma sociedade mágica, tivemos que repensar muitas mecânicas tradicionais e criar outras totalmente novas. Isso exigiu um esforço maior em planejamento e desenvolvimento, além da necessidade de uma equipe maior para cuidar de cada detalhe. Apesar do trabalho extra, acreditamos que valerá a pena, pois estamos construindo um servidor muito completo e com uma identidade única.

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