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Entrevista: Chisa Zucci

ALICEZITA

SPECIAL EDITION

Confira abaixo a entrevista exclusiva com Alicezita

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ELLU: Alicezita, atualmente, como você se apresenta em meio a tudo o que você já conquistou no mundinho do FiveM e ao que está conquistando atualmente com as suas lives? Como você se sente com isso?

Alicezita: Em RP, eu sempre falo que sou Alicezita Light: drag queen, cantora e apresentadora, porque, de fato, eu faço tudo isso. E agora também streamer, né? As lives estão hitando e vão ter que aceitar a Alicezita. Eu fico feliz porque tem anos que estou na internet e não sabia monetizar. Por exemplo, a Alicezita existe há 15 anos. A primeira vez que surgiu foi no Habbo Hotel, tanto que, se você pesquisar no Google, aparece muita coisa na internet. Eu comecei a monetizar mais quando entrei no artístico do FiveM e passaram a me oferecer cachê para apresentações, shows etc. Lembro muito que foi até numa apresentação na Lado Leste que começou com isso, porque eu não sabia que precisava cobrar, e a Natasha me perguntou quanto eu cobrava, e eu assim: “Gente, é pra cobrar?” E agora, com as lives, que é a minha profissão atualmente e já fazem 7 meses, cada vez mais!

 

ELLU: Com todo esse legado, tiveram muitos altos e baixos. Teve algum momento em que você pensou em desistir, em criar outro nome?

Alicezita: Eu vim de um jogo em que eu já era conhecida, e quando fui para o FiveM, em 2019, fui com a cabeça de fazer um RP de uma blogueira e alguém que já era conhecida. Tanto que, quando comecei a conhecer o pessoal do artístico, eu já tratava muito de igual para igual. Querendo ou não, você vê muita gente egocêntrica no artístico, que realmente se porta como se fosse uma grande celebridade, e quando eu cheguei tratando de igual para igual, como se já fosse um deles, causou um choque. Tanto que as pessoas ficavam até meio incomodadas. Quando “Maior que você” surgiu, muita gente se irritou na época, porque eu já me portava como se já fizesse parte daquilo e não iria me portar como se fosse menor que ninguém, porque eu não sou, and that's all. Então, no FiveM, não teve nenhum momento em que pensei em desistir da Alicezita. Porém, nas minhas lives, teve sim um momento em que fiquei decepcionada, porque percebi que divulgar para amigos não era uma boa. Quando eu comecei a fazer live, apareciam umas três pessoas. Então eu pegava o link da live e mandava nos servidores, e as pessoas ficavam debochando. Até que um dia eu mandei um link em um servidor do Discord e apagaram, dizendo: “Ai, para de divulgar essa live flopada aqui”. Ali virou a chave, e eu decidi não divulgar mais para ninguém, só abrir a live e ficar jogando. Quando comecei a fazer isso, a live que pegava 5 pessoas começou a pegar 50 ou 70.

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ELLU: E a sua nova música? O que você está preparando para nós?
Alicezita: Já tá tudo pronto, uma música feita com Passos, então esperem qualidade! Acho que, quando as pessoas ouvirem, vão entender sobre o que é. Aconteceram algumas situações na minha vida de FiveM de uns tempos pra cá: mudança de amizades, saída de lugares... e muitas pessoas perguntavam se eu não iria lançar nada ou falar nada a respeito disso, mas eu achei que ninguém estava esperando isso. Quando entrei numa call com várias pessoas e me disseram que estavam esperando uma resposta minha sobre isso, aquilo me surpreendeu. Assim surgiu “Abyssal”, minha nova música, que será lançada em breve!

ELLU: Falando em mudança de lugares, não faz muito tempo que você se desvinculou das Angels. O que aconteceu?
Alicezita: Eu saí das Angels tem um ano, na verdade, mas continuava ali com as meninas pelo carinho que ainda tenho, apesar de não ter mais contato com a Nivys. Para mim, as Angels foram, são e sempre serão a maior fraternidade que já teve no RP e, querendo ou não, foi algo legal e lendário. Eu vivi o que tinha que viver nas Angels; só sinto saudades daquela época, mas hoje em dia não me faz falta estar lá. Virei a página, mas deixei meu legado lá.

ELLU: Falando sobre amizades, quem você mais considera? Quem te ajudou a subir, te levantou?
Alicezita: Tem pessoas que posso citar, que estão comigo hoje e sempre se fizeram presentes. A minha mãezinha, Lana Light, diva perfeita e maravilhosa, sempre foi um apoio; o Aeron e o João Light; a Candy, que é a minha irmã a Luisa Hilton, que é uma pessoa que se aproximou muito de mim ultimamente; e a Lizz Majestic, que me surpreendeu por estar sempre acompanhando minhas lives. Antigamente tínhamos uma implicância uma com a outra, mas hoje em dia nos damos super bem. São essas pessoas que estão sempre ali apoiando meu trabalho, torcem por mim e almejam meu crescimento.

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ELLU: Qual sua inspiração?
Alicezita: Quando eu comecei a fazer música, eu me inspirava na Alicezita do Habbo Hotel, e hoje em dia eu me inspiro em coisas que fiz no passado. Então, a minha maior inspiração sou eu mesma. Tem um toque da Beyoncé, da Adela e de grandes divas pop, porque eu acho que o pop é saber escandalizar de uma forma teatral e artística, que inclusive é o que eu pretendo causar com a minha próxima música. Talvez incomode algumas coisas, talvez cause algumas reações, mas, pelo menos, estou fazendo isso da melhor forma possível.


ELLU: Nos fale sobre DRAG QUEEN!
Alicezita: Aceita que eu sou a maior, né? Hahaha. No meio artístico, tiveram as primeiras cantoras: a Xuxa, a Lana, a Odette, e, no meio drag, também tiveram, e eu fui uma delas. Fui para o Drag Race e ganhei; sou Web Drag montada o tempo todo e bato no peito ao falar isso. Acho que existiam drags antes de Alicezita e drags após Alicezita, e essas são as mais icônicas! E ser Web Drag vai muito de personalidade e atitude também, e não só de colocar um look. Gosto muito das que estão chegando.
 

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ELLU: Recentemente, o novo site da Viper foi lançado com todas as Viperas e influencers, mas seu nome não estava na lista. Pode nos contar o que aconteceu?

Alicezita: São coisas e coisas. Eu sou muito grata à Viper, porém, diretamente à Madison, não tenho nada contra ela, muito pelo contrário. Eu acho que a Madison é uma lenda e ela sabe que fez história. De resto, existe um grande grupo de pessoas que se escoram no que a Madison fez e transformam isso em algo negativo. A Viper é, sim, a maior loja do FiveM e vai continuar sendo, mas acho que internamente acontecem coisas que são muito chatas.
 
Por exemplo, é inegável que, durante alguns meses, eu fui a Vipera que mais marcou: eu vestia e representava a Viper onde eu fosse. Só que comecei a me decepcionar quando fui para o BBB. Ali foi o início de uma decepção, onde percebi que eu estava por eles, mas eles não estavam por mim. Eu pedia apoio deles como Vipera e ninguém me respondia; a única que respondeu foi a Madison, e eu entendo o lado dela, que na época estava viajando e não poderia atender no momento. Falei com a Paty, falei com o Malik, e ninguém me respondia, ninguém dava importância.
 
Eu lembro que o Aeron teve a ideia de pegar uma blusa gratuita da Viper e modificar para “Team Alicezita”, mas, quando fui falar com eles, me negaram. Eu disse: “Ué, mas não é uma roupa gratuita, que está disponibilizada e mais do que vazada em cidade zap?” Mesmo assim, negaram, dizendo que não poderia mandar para cidades, apenas para estúdio fechado. Eu sempre me doei muito pela marca.
Quando surgiu a ideia da música, das Viperas X, foi um grande divisor de águas para mim. A ideia era que nós quatro – eu, Alisson, Night e Bella – fôssemos lançar músicas para que a Viper não precisasse mais contratar gente de fora. No papel, era que lançássemos uma música por coleção. Foi legal, foi divertido; se você ouvir a música, vai saber que me esforcei muito. Só que, para mim, que já tinha uma carreira solo, não era legal virar um grupo musical, mas para alguns membros que não tinham lançado nada, virou algo muito maior e isso causou muita cobrança interna e rivalidades desnecessárias.


Quando a música foi lançada, houve muitas críticas sobre o inglês e a voz de algumas meninas, e eu fui muito elogiada. Não sei se isso incomodou ou se eu deveria me posicionar contra as críticas, mas, como falei, minha carreira já estava bem bonita fora do grupo. Uma delas começou a agir como uma general, mandando áudios brigando no grupo, surtando.

Um exemplo foi quando uma revista fez uma matéria sobre os grupos musicais mais famosos do FiveM e não mencionou as Viperas X. Uma das meninas surtou, falando: “Nossa, mas não botaram a gente? Sendo que nós somos as mais relevantes, as mais marcantes, somos da Viper!” Quando eu respondi: “Mulher, é porque não somos um grupo, somos pessoas que nos juntamos para lançar uma música”, virou uma guerra.

Quando o Everlast lançou “Python”, eu ouvi a música e comentei: “Amei!” As quatro do grupo vieram brigar comigo: “Você tá comentando numa música que é shade pra gente, porque Python é cobra e nós somos as Viperas X”, o que, para mim, não fazia o menor sentido. Diziam que eu não me importava, que eu não estava me dedicando ao projeto, sendo que, claramente, quem mais se entregou na música fui eu, e começou uma briguinha.
A Madison, que sempre foi muito de boa, percebeu que eu não estava contente com tudo isso, me chamou para uma reunião e perguntou: “Amiga, você vai querer continuar no projeto musical? Se você quiser sair do projeto, você pode sair e continuar sendo uma Vipera normalmente.” Eu respondi: “Amiga, sinceramente, eu prefiro, porque algumas das meninas estão agindo como se fossem generais, donas de uma coisa muito maior, criando rivalidades aleatórias.”


O ponto é: eu já tinha minha carreira bem bonitinha e respeitada como cantora, e não valia a pena me colocar em grupo musical para ficar tentando rivalizar com outros grupos e tentando crescer com rivalização. Eu não cresci com isso! Eu cresci porque entregava o meu trabalho. Então, quando a Madison falou comigo, eu quis sair e pronto. Seguimos. A partir dali, foi o meu decair dentro da Viper.


Eu sou uma pessoa muito ocupada na vida real, e na época eu tinha meu trabalho off, meu relacionamento, e tudo sempre foi deixado muito bem claro dentro da Viper. Eu funcionava com datas marcadas. Fizemos uma grande reunião para marcar as datas para fazermos as coisas, e falaram assim: “Alicezita, você pode reservar de tal data até tal data?” Eu desmarquei compromissos off com meu namorado e com outras pessoas, tudo isso para me dedicar um mês da minha vida à Slut Babe.

Porém, a Diana Hyperion achou de bom tom marcar reuniões além das datas que eu disse que poderia comparecer. Eu sempre informei que estaria presente nas datas que marcamos, e a Madison sabe disso; ela nunca vai poder negar que eu não cumpria com o que era marcado. O que era marcado, eu sempre estava lá. Tipo assim: “Alicezita, tem que fazer tal coisa. Pode tal dia?” Eu respondia: “Estarei lá e poderei fazer!” Mas o que era marcado em cima da hora realmente não tinha como, porque eu tenho vida off.
 
Bom, o que rolou foi: marcamos uma mega reunião antes de tudo, eu fui para essa reunião e, chegando lá, faltaram 2 ou 3 Viperas, e remarcaram para um dia em que eu não poderia. Faltando dois dias para começar tudo da Slut Babe, que eu já tinha marcado certinho para ficar em casa, a Diana Hyperion mandou no meu privado um textão me desligando da Viper. E foi só isso! Ninguém nunca mais veio falar comigo, ninguém me chamou para uma call formal, ninguém me chamou para uma call para agradecer por tudo que fiz pela Viper, não! Só me desligaram, falando que eu não estava demonstrando empenho e esforço, sendo que estive em tudo que me propus a estar.

Eu disponibilizei datas para estar presente, até quando sabia que não poderia apresentar, no caso de BH, porque sou banida de lá, e mesmo assim eu estaria presente em call como uma Vipera. Mas me desligaram porque não estive em pré reuniões, nem para falar: “Ah, ela faltou nos compromissos do dia”, não porque elas nem aconteceram! A Diana mandou um texto dizendo que ela era a nova líder das Viperas e que decidiu me desligar, que tinha sido averiguado com a equipe e todos concordaram em me desligar. Eu respondi à Diana e ela nem sequer me respondeu. Então, o desligamento foi só isso. Acabou.

Quando a gente fala de uma loja, de uma marca, de uma empresa, seja lá o que for, eu acho que o mínimo que a gente tem que ter é gratidão. Sinceramente, não sou eu que tenho que ser grata à Viper por nada. Porque, antes que alguém ache que eu fui conhecida por ser Vipera, não! Eu virei Vipera porque já era conhecida; já existia Alicezita, já tinha Drag Race, já tinha Maior Que Você, já tinha uma carreira. Eu me dediquei a tudo e não ganhei nem um “obrigada” por isso.

Todo mundo sabe que a Viper lucra horrores, e eu não estou falando que tinham que me pagar, mas se você quer que alguém dedique 100% do tempo dela a algo, ela tem que ser paga, certo? Era uma coisa que outras lojas conversavam comigo, me ofereciam patrocínio, e a Viper me barrava. Inclusive, muito me estranha o jeito como existe falsidade nesse meio.

Porque internamente a Viper Couture odeia a Ellu Magzine. Não esqueço de uma call específica em que a Alisson estava chateada porque a Viper não quis fazer uma roupa para ela, o que eu não tiro a razão, porque a Alisson é uma pessoa que se dedica muito à Viper, e não quiseram fazer a roupa para ela ir a um evento de premiação da Ellu. Dentro da call, foi dito pela Paty: “Ai, Alisson, me poupe. Eu e ninguém aqui da Viper vai perder tempo fazendo p* nenhuma para ninguém aqui, para a merda de nada da Ellu, uma p* de revista que não sabe nem dar prêmio para as pessoas certas”, e isso tudo porque a Madison tinha perdido para a Tina Hioto como estilista do ano.

A loja não tinha gratidão pelos seus funcionários. O grande prêmio que a gente ganhava por ser Vipera era uma foto no feed, que, se eu postasse no meu feed, hitaria igual. Eu tenho muito carinho pela Madison e não tenho nada contra ela, só não gosto do jeito que me sentia menosprezada. Na mesma reunião em que a Alisson falou sobre isso, eu reclamei do descaso que fizeram comigo no BBB, e o que foi dito foi: “Ai, Alicezita, me poupe, porque não vamos perder tempo com coisinha de reality, somos uma loja importante.” São coisas e coisas que vemos e ouvimos que vão desanimando. São rivalidades desnecessárias que eu acho que não existem. Por exemplo, quando a Sickworld saiu, todo mundo gostou das roupas, mas internamente diziam: “Bonitinhas, mas não tem textura. Parece um papelão.” Eu acho desnecessário!

A Viper tem qualidade, a Sick tem qualidade, e uma não precisa ocupar o lugar da outra. Então, pra quê? E por eu não comentar essas coisas, parecia que eu estava contra elas. Tanto que eu não acho que fui desligada da Viper por ter faltado X reunião, acho que fui desligada por não compactuar e por ter um descontentamento com tudo que tinha acontecido.

Eu realmente me sentia menosprezada, porque eu não ganhava um real, não ganhava nada. Então, custava me apoiar? Quando eu estava no BBB, custava postar alguma coisa, uma foto? Custava? Por isso eu digo que internamente é cobra comendo cobra. Porque na época que comentei sobre meu descontentamento em relação ao BBB, a Diana Hyperion veio no meu privado falar que concordava comigo e que ela também estava muito magoada com a falta de apoio da Madison e da Paty, por causa da falta de apoio delas em um projeto que ela fez na One Roleplay. Ela disse que entendia meu lado, que eu estava certa, e que estava pensando em sair também.
Nessa outra reunião em que eu e a Alisson comentamos das roupas, a Diana foi a primeira a dizer que eu estava errada. É muita falsidade por conveniência, essa que não existe! Porque ninguém ganha nada com isso! Um webego e webfama você pode ganhar com seu próprio esforço! Eu achava feio o menosprezo e a falsidade lá dentro; eram críticas internas e, por fora, era sorrindo. O tanto que eu vi criticando música da Lana, criticando música da Xuxa… nossa!
Na época em que lançaríamos a música, a Lana Light, como minha diretora e mãe, queria ouvir e dar a opinião dela. Mas, quando mostrei isso internamente, soltaram os cachorros em cima de mim, o Malik por exemplo disse: “A Lana Light entende porra nenhuma de música, Alicezita. Me poupe!” E não me deixou mostrar a música pra Lana. É uma loja que tem seu mérito, mas tem cobras que sugam o que um dia já foi algo incrível. A Madison criou algo incrível, mas tem pessoas que sugam e transformam isso em algo ruim e carregado.


As falsidades por conveniência vêm até de fora. Eu era muito amiga da família Prinxx, muito mesmo! Por isso me chamam de burra, porque até hoje eu sinto certo sentimento de carinho pela Marcela Prinxx, por exemplo. O servidor das Prinxx ficava só com os amigos e a família; eu sempre estive lá por meses. Mas, quando o pessoal da Viper começou a entrar muito nas calls de lá, começou um distanciamento delas comigo, e eu ainda era da Viper. Eu já entendia que estava rolando alguma coisa, mas, por ter carinho, eu ainda continuava tratando como minhas amigas.

Quando me tiraram da Viper, também me expulsaram do servidor das Prinxx. Ninguém nunca mais falou um “A” comigo. Muito pelo contrário: quando me encontraram no RP, uma delas me xingou de tudo que é coisa, e eu fiquei sem entender. Até comentei com outras pessoas que eram de lá, a Liz no caso, e ela me falou que passou pela mesma coisa. Quando a Liz deixou de ser importante, ela foi descartada assim como eu. Pegaram a amizade que eu tinha e enfiaram naquele lugar por conveniência. Não é à toa que duas delas já viraram Viperas.
 
Eu entreguei muito a um lugar e não fui valorizada. Me falavam muito que eu era burra por não ganhar nada sendo Vipera. Então, por isso que, quando eu saí, de nada eu não perdi nada, porque também não ganhei nada. Para quem tinha dúvidas, está aqui: acabou, e eu continuo sendo Alicezita como sempre fui. Porém, de fato, não tenho mágoa de ninguém! Gostava muito dessas pessoas, mas aconteceu, então fazer o quê, né? É decepcionante.
Para finalizar, eu deixo um questionamento para o FiveM inteiro: que medo é esse que vocês têm de uma loja virtual, gente? Que poder essas pessoas têm na vida de vocês? Vocês não ganham um real com isso, então que medo é esse?

Dito isso, escutem “Abyssal” dia 29/10!

 

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